Resumo do artigo:
SOUSA, Marckson Roberto Ferreira. O acesso a informação e a contribuição da arquitetura da informação, usabilidade e acessibilidade. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.22, p. 65- 76, 2012.
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Ao
longo do texto o autor realiza breves explicações sobre o acesso à informação e
como este acesso acontece além de relatar as contribuições que a Arquitetura da
Informação, intrinsecamente ligada à usabilidade e acessibilidade, oferece a todo
o usuário independente de limitações pré-existentes.
São apresentadas de forma bem sucinta
durante a leitura, as formas de democratização do acesso a informação baseadas
em vários pontos de vista de outros autores e nas próprias leis apresentadas
pelo governo Brasileiro. Pode-se dizer que a “organização das informações de
forma a facilitar o acesso” é a frase chave do texto dando suporte para
desenvolver as contribuições que o tripé: Arquitetura da Informação, usabilidade
e acessibilidade podem oferecer.
O acesso a informação é amplamente
discutido no texto expondo pontos em que a constituição federal, ONU e a
declaração de Atlanta tentam assegurar o direito fundamental ao acesso. Todavia,
o autor levanta uma importante questão: será que a lei de acesso a informação
“LIA” não acaba por criar uma barreira em vez de ajudar no acesso a informação?
Podemos perceber que a necessidade de se
adequar a LIA, muitas das vezes faz com que as construções dos sites sejam
“podadas” e como é informado no texto, “[...]
nem sempre se consegue passar a informação de forma apropriada ...”
O texto aborda de forma muito superficial
o uso da acessibilidade, falando sobre a criação do e-mag que é o conjunto de
recomendações que guia o processo de criação dos sites e sua padronização. Realiza
um breve comentário sobre a exposição do símbolo que indica algum tipo de
esforço do site em ter acessibilidade e finaliza considerando a contribuição
dos avanços tecnológicos como elemento facilitador no acesso à informação sem
deixar de lembrar que as necessidades dos usuários precisam ser avaliadas sob
várias perspectivas para que assim, os ambientes informacionais possam ser
utilizado por todos.
Dezembro de 2015 – Priscila R. Campos
